Polímero biodegradável e sua biodegradação por lodo ativado

Autores

  • Lívia Cordi Universidade Estadual de Campinas
  • Lucia Innocentini-Mei Universidade Estadual de Campinas
  • Nelson Durán Universidade Estadual de Campinas
  • Marcelo Brocchi Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.20396/sinteses.v1i3.7743

Palavras-chave:

Poli (-caprolactona). Blenda biodegradável. Lodo ativado

Resumo

Polímeros biodegradáveis têm surgido como opção na substituição de plásticos sintéticos. Além do menor tempo de mineralização no ambiente, apresentam boa resistência mecânica e custo reduzido. Dentro deste contexto, a blenda polimérica composta por Poli(- caprolactona) (PCL) e amido tem melhor processabilidade da fração sintética e aumento na taxa de biodegradação. A blenda PCL/amido pode ser aplicada em agricultura, engenharia de tecidos e em embalagens.O processo de lodos ativados apresenta potencial de tratamento de efluentes líquidos de industriais e domésticos. A capacidade de degradação da matéria orgânica é devido à diversidade de bactérias, protozoários e micrometazoários, responsáveis pela eficiência do processo. A blenda composta por 50% de PCL, 35% de Amido e 15% de Edenol como plastificante, foi extrusada com posterior calandragem se mostrou homogênea e com espessura de 0,2 mm e área de 2 x 6 cm. O reator de lodo ativado em escala laboratorial, inoculado inicialmente com lodo de estação de tratamento de esgoto doméstico, foi aclimatado para que a microbiota atuasse na degradação da blenda polimérica. Os filmes foram pesados e inseridos em duplicata no reator. As amostras foram retiradas depois de 30 e 60 dias e secas à temperatura ambiente. A avaliação da biodegradação foi realizada por perda de massa e análise morfológica superficial por microscopia eletrônica de varredura (MEV). O amido eleva a biodegradação da blenda em 18,4% no tempo de 30 dias e em 27,7% em 60 dias. O aumento da biodegradabilidade da blenda foi observado pela perda de massa e pelas medidas de MEV.

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Biografia do Autor

Lívia Cordi, Universidade Estadual de Campinas

UNICAMP/IB/DGE/Laboratório de Biopatógenos

Lucia Innocentini-Mei, Universidade Estadual de Campinas

UNICAMP/IB/DGE/Laboratório de Biopatógenos

Nelson Durán, Universidade Estadual de Campinas

UNICAMP/IB/DGE/Laboratório de Biopatógenos

Marcelo Brocchi, Universidade Estadual de Campinas

UNICAMP/IB/DGE/Laboratório de Biopatógenos

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Publicado

2016-08-16

Como Citar

CORDI, L.; INNOCENTINI-MEI, L.; DURÁN, N.; BROCCHI, M. Polímero biodegradável e sua biodegradação por lodo ativado. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, v. 1, n. 3, p. 106–106, 2016. DOI: 10.20396/sinteses.v1i3.7743. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/7743. Acesso em: 6 out. 2022.

Edição

Seção

Eixo 2 - Área de Exatas e Tecnológicas

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