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Segurança de pacientes gestantes e puérperas em unidade de terapia intensiva
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Palavras-chave

Terapia intensiva. Farmácia clínica. Intervenções farmacêuticas

Como Citar

SILVA, Nice Maria Oliveira. Segurança de pacientes gestantes e puérperas em unidade de terapia intensiva. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, v. 4, n. 4, p. 136–136, 2016. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/7582. Acesso em: 15 jun. 2024.

Resumo

Durante o ciclo grávido-puerperal, a mulher pode desenvolver complicações que requerem a sua admissão em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Neste contexto, a atuação do farmacêutico clínico nas reuniões multidisciplinares à beira leito pode contribuir para a prevenção e a detecção precoce de erros de prescrição. Os objetivos foram quantificar e classificar as intervenções realizadas junto à equipe multidisciplinar da UTI adulto no Hospital da Mulher CAISM – UNICAMP. O trabalho foi desenvolvido entre fevereiro e abril de 2012. Foram realizadas intervenções por meio da análise de prescrições de pacientes (maiores de 18 anos, gestantes e puérperas, internadas por mais de 24h) e da discussão de casos clínicos durante as reuniões multidisciplinares. Estas intervenções foram classificadas e divididas em aceitas ou não pelo corpo clínico. Um total de 29 pacientes (n=11 gestantes;n=17 puérperas;n=1 pós-aborto) foi acompanhado ao longo do estudo, das quais foram avaliadas 153 prescrições. As médias de idade e de tempo de internação foram 28,1±7,5 anos e 5,3±3,3 dias, respectivamente. Foram realizadas 18 intervenções, obtendo-se 0,62±0,44 intervenções por paciente. Do total, 94,44% foram aceitas e 5,56% não foram aceitas, sendo que 38,89% foram classificadas como dosagem, 22,22% risco na lactação, 16,67% interações medicamentosas, 5,56% forma de administração, 5,56% ajuste de frequência, 5,56% via intravenosa para via oral e 5,56% contraindicação na gravidez. Concluiu-se que as intervenções quantificadas durante o estudo contribuíram para a segurança das pacientes através da redução de riscos provenientes da terapia medicamentosa, demonstrando a importância do farmacêutico inserido na equipe multidisciplinar.
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Copyright (c) 2016 Nice Maria Oliveira Silva

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