O tabagismo na UNICAMP: um mapeamento da prevalência de fumantes para uma abordagem efetiva

Autores

  • Vivian de Lima Buosi Lopes Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.20396/sinteses.v4i4.7426

Palavras-chave:

Tabagismo. Prevalência. Universidade

Resumo

Considerando que estratégias de abordagem ao tabagismo necessitam ser adequadas ao contexto em que estão inseridas, em maio de 2010 foram colhidos dados sobre o tabagismo entre funcionários da Universidade. Foram entrevistados 986 funcionários, proporcionalmente dividido entre o HC, o CAISM e a Reitoria (DGA e DGRH). A prevalência média de fumantes foi de 13,7%, com taxas muito próximas no HC e Reitoria (12,6% e 12,7%, respectivamente) e mais elevadas no CAISM (15,7%). A taxa média foi mais baixa do que a prevalência brasileira entre adultos que é de 15,1%, segundo dados do Ministério da Saúde (Vigitel, 2010) e maior em relação à pesquisa CEBRID 2005 – II Levantamento Domiciliar Sobre o Uso de Drogas Psicotrópicas no Brasil, cuja média foi de 10,1% (considerando também adolescentes). A distribuição da prevalência de tabagismo por sexos foi mais próxima entre HC (12% de mulheres e 14,5% de homens) e CAISM (15% entre mulheres e 18% entre homens). Na Reitoria a diferença foi mais significativa, com 9,1% entre as mulheres e 23,5% entre os homens. Entre os tabagistas entrevistados, a maioria (72,7%) já tentou parar de fumar ao menos uma vez e uma proporção também elevada (70,8%) informou que pretende parar de fumar. Houve uma taxa expressiva de pessoas que já pararam de fumar (16,9% de ex-tabagistas), em concordância com uma tendência nacional de abandono do tabagismo. Outro dado importante aponta que a maioria dos entrevistados (73,3%) considera necessário, que haja um programa de abordagem ao tabagismo na Universidade.

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Biografia do Autor

Vivian de Lima Buosi Lopes, Universidade Estadual de Campinas

UNICAMP

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Publicado

2016-07-15

Como Citar

LOPES, V. de L. B. O tabagismo na UNICAMP: um mapeamento da prevalência de fumantes para uma abordagem efetiva. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, v. 4, n. 4, p. 243–243, 2016. DOI: 10.20396/sinteses.v4i4.7426. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/7426. Acesso em: 28 set. 2022.

Edição

Seção

Eixo 3 - Desenvolvimento Humano, Saúde e Qualidade de Vida