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Gestão do enfermeiro - análise dos acidentes biológicos com profissionais da central de material esterilizados - relato de experiência
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Palavras-chave

Enfermagem. Riscos ocupacionais. Vulnerabilidade

Como Citar

BECK, Edna Maria da Silva. Gestão do enfermeiro - análise dos acidentes biológicos com profissionais da central de material esterilizados - relato de experiência. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, v. 4, n. 4, p. 31–31, 2016. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/7269. Acesso em: 20 jul. 2024.

Resumo

Introdução: A exposição a acidentes biológicos com objetos pérfuro-cortantes representa um risco muito grande à saúde do trabalhador exposto na área do expurgo na Central de Material Esterilizado (CME), onde manuseiam artigos contaminados. O uso do Equipamento de Proteção Individual (EPI) é uma medida imprescindível para minimizar os riscos ocupacionais e contribuir para uma assistência segura. O profissional da CME mesmo fazendo uso de EPIs encontra-se vulnerável devido descarte incorreto de pérfuro-cortante dentro das caixas cirúrgicas. Dessa forma, passou-se a analisar as ocorrências encontradas dentro dos materiais enviados ao expurgo. Metodologia: Colaboradores foram orientados para manusear com cautela os materiais cirúrgicos e diante de qualquer pérfuro cortante encontrado o enfermeiro fosse comunicado. Estabeleceu-se uma parceria com o Serviço Especializado em Engenharia e Medicina do Trabalho (SESMT) e Gerência de Enfermagem, de maneira que toda vez que encontrassem pérfuro cortante no expurgo o setor seria notificado detalhando-se horário, tipo de caixa cirúrgica e tipo de pérfuro. Reuniões foram realizadas com a CME, Gerência, setores envolvidos e parceria com o Sesmt e acompanhamento mensal dos índices de acidentes no hospital e na CME. Resultados: No ano de 2010 foram registrados na CME 44 acidentes (14,9%), em 2011, 4 acidentes (6,06%) e em 2012, 2 acidentes (6,6%). Considerações finais: Analisando os índices percebe-se que a parceria com o Sesmt deu certo, porém programas educacionais devem ser complementados visando capacitação e conscientização dos profissionais; ampliar discussões sobre os acidentes de trabalho e vulnerabilidade a que estão expostos melhorando as condições de trabalho. 
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Copyright (c) 2016 Edna Maria da Silva Beck

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