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O psicólogo na UTI neonatal e na semi-neonatologia do CAISM/UNICAMP: relato de experiência a partir do programa de aprimoramento (PAP) na saúde reprodutiva da mulher
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Palavras-chave

Psicologia. Neonatologia. Recém-nascido. Atendimento de pais

Como Citar

CASTRO, Paula Crivelenti; SANTOS, Laise Poterio; SANTOS, Mariana Gonçales Gerzeli; SOARES, Nathalia Correa; ESPOTE, Roberta. O psicólogo na UTI neonatal e na semi-neonatologia do CAISM/UNICAMP: relato de experiência a partir do programa de aprimoramento (PAP) na saúde reprodutiva da mulher. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 5, p. 219–219, 2016. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/7207. Acesso em: 16 abr. 2024.

Resumo

A Psicologia Materno Infantil compreende duas áreas: obstétrica e neonatal, onde há a participação de psicólogas contratadas e de aprimorandas do PAP em Psicologia Clínica na Saúde Reprodutiva da Mulher. O psicólogo nas unidades de internação neonatal participa das visitas médicas e do Banco de Leite Humano, realiza discussões de caso, oferece atendimento psicológico individual e grupal aos pais do recém-nascido (RN). A assistência individual inclui: a primeira visita ao bebê e à unidade, o acompanhamento durante todo o processo de internação do RN até a preparação para alta hospitalar e nos casos de óbito neonatal, em que o Psicólogo acompanha os pais na despedida do bebê e no luto. No contexto de hospitalização neonatal é percebido a valorização do trabalho do Psicólogo tanto pela equipe da Neonatologia, quanto pelos pais; pois é um nascimento marcado por um grande impacto: o bebê nasce, mas ainda não está pronto e há uma rigorosa rotina hospitalar à qual terão que se adaptar. Uma hospitalização que tende a dificultar a aproximação dos pais com o bebê, a identificação deles com o mesmo, que gera grande labilidade emocional. O Psicólogo possibilita aos pais um espaço para a expressão e para o reconhecimento de sentimentos, preocupações e dificuldades despertadas pela hospitalização do bebê; tornando possível o favorecimento da aproximação ao RN, a adaptação a essa rotina e diminuição de sofrimentos. Assim, o PAP possibilita a vivência nas rotinas da unidade, a prática do Psicólogo hospitalar, a reflexão contínua e  supervisionada, cumprindo o objetivo do programa.
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Copyright (c) 2016 Paula Crivelenti Castro, Laise Poterio Santos, Mariana Gonçales Gerzeli Santos, Nathalia Correa Soares, Roberta Espote

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