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O uso do polihexametileno biguanida (PHMB) como agente terapêutico na cicatrização de feridas
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Palavras-chave

Bandagem. Antiinfecciosos. Desbridamento. PHMB

Como Citar

TOSTA DE SIQUEIRA, Katia Cristina; VILAS BOAS DIAS, Bruno; DORCE CAMPOSILVAN, Fernanda; SANTOS, Teresa Janaína dos. O uso do polihexametileno biguanida (PHMB) como agente terapêutico na cicatrização de feridas. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 5, p. 165–165, 2016. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/7131. Acesso em: 19 jun. 2024.

Resumo

O tratamento de feridas é intervenção da Enfermagem que atua com propósito de restaurar a integridade tissular oferecendo condições para melhora da qualidade de vida do indivíduo. O PHMB pode ser empregado em cuidados às feridas criticamente colonizadas e infectadas devido sua atração para a membrana citoplasmática, onde causa a perda de substâncias de baixo peso molecular, tais como íons de Potássio, Cálcio e a inibição de enzimas responsáveis pela união da membrana, tais como o ATPase. A ruptura subsequente da membrana citoplasmática pode então levar à perda de substâncias macromoleculares (ex. Nucleotídeos) e à precipitação das substâncias celulares. Identificar os resultados do uso do PHMB como agente terapêutico na cicatrização de feridas. Métodos: Estudo de natureza descritiva, retrospectiva, de revisão bibliográfica no período de 2006 à 2012 na base de dados indexada MEDLINE. Foram encontrados 9 artigos no período que condiziam com critérios de inclusão, no entanto, apenas 7 foram utilizados no trabalho, porque 2 estavam repetidos em outras bases de dados. O PHMB um potente antimicrobiano, de amplo espectro que destrói bactérias gram- positivas, gram-negativas, fungos, leveduras, esporos, vírus (HBV/HIV, Rota Vírus), MRSA, Pseudômonas, possui baixa toxicidade, menor probabilidade de gerar resistência bacteriana, efeitos adversos. Tratamento seguro, diminuindo a dor, reduz odores, absorção efetiva do exsudato, fica ativo em ambiente úmido por um período de 72 horas. Observa-se que a maior parte dos trabalhos são recentes e apontam grandes benefícios na área de estomaterapia. Na literatura internacional, não foram encontrados relatos de efeitos adversos.

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Copyright (c) 2016 Katia Cristina Tosta de Siqueira, Bruno Vilas Boas Dias, Fernanda Dorce Camposilvan, Teresa Janaína dos Santos

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