Estratégias de controle da coqueluche na UNICAMP

Autores

  • Edite Kazue Taninaga CSS-PRDU-Reitoria/UNICAMP
  • Cacilda Siqueira Duarte CSS-PRDU-Reitoria/UNICAMP
  • Marcia Teixeira Garcia CSS-PRDU-Reitoria/UNICAMP
  • Maria Helena Postal Pavan CSS-PRDU-Reitoria/UNICAMP
  • Rosana Vasques Rosa CSS-PRDU-Reitoria/UNICAMP
  • Rôse Clélia Grion Trevisane CSS-PRDU-Reitoria/UNICAMP
  • Verônica Maria Sinkoc CSS-PRDU-Reitoria/UNICAMP

DOI:

https://doi.org/10.20396/sinteses.v0i5.7121

Palavras-chave:

Coqueluche. Reemergência. Vigilância. Controle

Resumo

A coqueluche é considerada uma doença reemergente e desde a década de 80, apesar das altas coberturas vacinais, vem ocorrendo aumento no número de casos, independente da faixa etária. Alguns estudos apontam que 25% dos casos de tosse persistente em adolescentes e adultos estão associadas à coqueluche. Dados de estudos da América Latina apontam que a maior ocorrência da doença tem sido nas faixas etárias de neonatos e adolescentes, e segundo o Ministério da Saúde o mesmo ocorre no Brasil, com maior número de casos acometendo menores de um ano. A ocorrência de surtos, ou do aumento do número de casos, pode ser relacionada principalmente aos adultos que no decorrer da vida, perdem a proteção adquirida na primeira infância pela vacina, tornando-se assim, fonte de transmissão da doença aos suscetíveis. Na UNICAMP, os profissionais do Núcleo de Vigilância Epidemiológica do Centro de Saúde da Comunidade (NVE/CECOM), têm acompanhado casos de coqueluche entre funcionários e alunos desde 2012. São realizadas notificações, coleta de exames, tratamento e seguimento dos suspeitos e contatos, busca de possíveis novos casos e encaminhamento de familiares para tratamento aos Centros de Saúde do município. Devido ao expressivo número de casos notificados entre 2012 e 2014 (56 casos), o NVE CECOM propôs a aquisição de vacina aos profissionais das áreas de saúde, com o objetivo de prevenir e interromper a cadeia de transmissão da doença. A proposta foi aceita e está sendo providenciada a compra através dos órgãos competentes da Universidade.

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Publicado

2016-05-17

Como Citar

KAZUE TANINAGA, E.; SIQUEIRA DUARTE, C.; TEIXEIRA GARCIA, M.; POSTAL PAVAN, M. H.; VASQUES ROSA, R.; GRION TREVISANE, R. C.; SINKOC, V. M. Estratégias de controle da coqueluche na UNICAMP. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 5, p. 143–143, 2016. DOI: 10.20396/sinteses.v0i5.7121. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/7121. Acesso em: 6 out. 2022.

Edição

Seção

Eixo 3 - Desenvolvimento Humano, Saúde, Sustentabilidade e Qualidade de Vida

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