Banner Portal
Fluxo de atendimento e prevalência de pacientes com covid-19 na comunidade interna da Unicamp atendidos no Centro de Saúde da Comunidade (cecom)
PDF

Palavras-chave

Covid-19
Vigilância em saúde

Como Citar

GUERREIRO , Inajara de Cassia et al. Fluxo de atendimento e prevalência de pacientes com covid-19 na comunidade interna da Unicamp atendidos no Centro de Saúde da Comunidade (cecom). Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 8.Eixo 4, p. e0220946, 2023. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/18178. Acesso em: 26 maio. 2024.

Resumo

Introdução/Objetivo: A pandemia causada pela COVID-19 afetou milhões de pessoas mundialmente. Desde o início, o Centro de Saúde da Comunidade (CECOM), órgão responsável pelo planejamento e execução das ações de promoção, prevenção, assistência e reabilitação da saúde, direcionadas à comunidade interna da Unicamp, teve um papel importante no atendimento de casos suspeitos e confirmados para COVID-19. Um dos serviços oferecidos é o pronto atendimento, com o primeiro caso suspeito de COVID-19 atendido em 5 de março de 2020. Este trabalho teve como objetivo descrever o fluxo de atendimento e a prevalência de COVID 19 na comunidade interna da Unicamp no CECOM. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo, documental e transversal que incluiu o levantamento de dados das planilhas e fichas de notificações de covid-19 do Núcleo de Vigilância Epidemiológica do CECOM e a descrição do fluxo de atendimento dos casos suspeitos da doença. Resultados: De 05/03/2020 a 31/08/2022 foram notificados no CECOM 28642 casos de síndrome respiratória. Destes, 8443 (29%) tiveram diagnóstico confirmado para COVID-19 por meio da coleta do swab naso e orofaringe, para teste rápido de Antígeno ou teste da Reação em Cadeia da Polimerase em Tempo Real, coletado no CECOM e analisado pelo laboratório referenciado. A distribuição dos casos confirmados por Categoria Profissional/Alunos foi: 2993 alunos (35%); 1135 técnicos/Auxiliares de enfermagem (13%); 474 médicos (6%); 395 enfermeiros (5%); 333 docentes (4%); 3113 outras categorias (37%). Destes, 59 (0,7%) necessitaram de internação, dos quais 5 (0,06%) evoluíram para óbito. Foi criado um fluxo para o atendimento priorizando os pacientes com sintomas respiratórios e profissionais da área da saúde. A avaliação de risco por enfermeiros é seguida de coleta do swab naso e orofaringe e atendimento médico, que avalia e classifica o estágio da doença (leve/moderado/grave/crítico), que e norteia as medidas necessárias de seguimento, como isolamento domiciliar, solicitação de exames complementares ou encaminhamento para internação hospitalar. Conclusão: O estabelecimento do fluxo de acolhimento, atendimento e monitoramento dos casos suspeitos e confirmados de Covid 19 pelo CECOM resultou em um atendimento ágil, eficaz e certamente está sendo fundamental para evitar um número maior de casos fatais durante a pandemia.

PDF

Referências

https://coronavirus.saude.gov.br/definicao-de-caso-e-notificacao 2. Protocolo de Acolhimento e classificação de risco CECOM-UNICAMP https://www.covid19treatmentguidelines.nih.gov 4. Departamento de Vigilância em Saude (DEVISA) de Campinas/São Paulo.

Creative Commons License
Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.

Copyright (c) 2023 Inajara de Cassia Guerreiro

Downloads

Não há dados estatísticos.