Banner Portal
Relato de experiência dos atendimentos de enfermagem na recuperação pós-anestésica durante a pandemia da Covid-19
PDF

Palavras-chave

Enfermagem perioperatória
Fluxo de trabalho
Enfermagem
Centro cirúrgico

Como Citar

SOTANA, Maria Macilene Santos Fonseca; SILVA, Alexandre de Oliveira da. Relato de experiência dos atendimentos de enfermagem na recuperação pós-anestésica durante a pandemia da Covid-19. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 8.Eixo 4, p. e0220052, 2023. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/17812. Acesso em: 28 maio. 2024.

Resumo

Introdução: Devido a pandemia de COVID-19 houve um aumento no número de pacientes que necessitavam de unidade de terapia intensiva (UTI). Tal demanda promoveu uma readequação de leitos da recuperação pós-anestésica (RPA). Os leitos da RPA foram transformados em leitos de UTI. Com esse advento da pandemia de COVID-19 e o aumento do número de pacientes com demanda por leitos de terapia intensiva, as instituições de saúde precisaram se readequar para absorver a demanda de leitos intensivos. Objetivo: O presente trabalho tem por objetivo relatar a readequação da área de recuperação pós-anestésica (RPA) durante o pico de atendimento na pandemia de COVID-19. Metodologia: Trata-se de um relato de experiência da readequação do processo de atendimento da equipe de enfermagem na recuperação pós-anestésica do Hospital de Clínicas da Unicamp durante o enfrentamento à pandemia de COVID-19, entre fevereiro e junho de 2020. Resultados: Durante o período da pandemia os oitos leitos de RPA passaram a receber pacientes de pós-operatório que necessitavam de internação em terapia intensiva, com permanência por período não superior a 48 horas, e que não apresentavam elevada complexidade, possibilitando assim, alta rotatividade de leitos e retaguarda para a terapia intensiva que estava sendo ocupada pelos casos graves de COVID-19. Durante essa readequação se fez necessária a adaptação dos profissionais de enfermagem à nova estrutura de atendimento, além de absorver uma nova demanda de cuidado intensivo desse novo perfil de pacientes dentro do centro-cirúrgico. Para suprir essa demanda ocorreu capacitação profissional para o momento atípico e buscou-se enfrentar as fragilidades de recursos materiais durante o período. Conclusão: O Centro-cirúrgico, mais propriamente a RPA, possibilitou durante esse período epidemiológico mundial uma retaguarda para os pacientes que necessitavam de recuperação pós-operatória em terapia intensiva com o redesenho do processo de trabalho e absorção dessa demanda com qualidade e oferecendo assistência de enfermagem de excelência.

PDF

Referências

CARDOSO, Adriana Serdotte Freitas; DALL'AGNOL, Clarice Maria. Processo grupal: reflexões de uma equipe de enfermagem. Rev. Esc. Enferm. USP, 2011 (citado 2013);45(6):1412-8.

HAUSMANN, Mônica; PEDUZZI, Marina. Articulação entre as dimensões gerencial e assistencial do processo de trabalho do enfermeiro.

Texto Contexto Enferm. 2009 (citado 2012 abr 30);18(2):258-65. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/tce/v18n2/08.pdf

LIANG, Zhen Chang et al. COVID-19 and Elective Surgery: 7 Practical Tips for a Safe, Successful, and Sustainable Reboot. Annals of Surgery. Philadelphia, 2020. Doi:10.1097/SLA000000000004091. Acesso em: 20 junho 2022

Creative Commons License
Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.

Copyright (c) 2022 Maria Macilene Santos Fonseca Sotana, Alexandre de Oliveira da Silva

Downloads

Não há dados estatísticos.