https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/phaos/issue/feed Phaos: Revista de Estudos Clássicos 2022-06-15T13:16:43+00:00 Paulo Sérgio Vasconcellos odoricano@gmail.com Open Journal Systems <p><strong>Escopo: </strong><strong>Phaos: </strong><em>Revista de Estudos Clássicos</em> é uma revista anual, de caráter científico e cultural, editada pela área de Estudos Clássicos do Departamento de Linguística do Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas. Seu objetivo principal é facultar aos pesquisadores nacionais e estrangeiros um meio qualificado para a publicação de trabalhos cujo tema contemple aspectos da civilização greco-latina em geral, inclusive sua recepção antiga e moderna, além de resenhas críticas sobre obras da área de Estudos Clássicos e traduções comentadas de autores da Grécia e Roma antigas. Com isso, pretende-se disponibilizar trabalhos inéditos sobre questões do mundo greco-romano, promover a interdisciplinaridade no campo das ciências da Antiguidade, dentro e fora do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp, e estimular o intercâmbio com pesquisadores de outras áreas e instituições.<br /><strong>Qualis</strong>: B2<br /><strong>Área do conhecimento</strong>: Linguística e Literatura<br /><strong>Ano de fundação</strong>: 2001<br /><strong>E-ISSN</strong>: 2526-8058<br /><strong>ISSN Impresso</strong>: 1676-3076<br /><strong>Título abreviado</strong>: PhaoS: Rev. Estud. Class.<br /><strong>E-mail</strong>: <a title="E-mail" href="https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/phaos/management/settings/context/mailto:odoricano@gmail.com" target="_blank" rel="noopener">odoricano@gmail.com</a> <br /><strong>Unidade</strong>: <a href="http://www.iel.unicamp.br/" target="_blank" rel="noopener">IEL</a><br /><strong>Prefixo DOI</strong>: 10.20396<br /><a title="CC BY NC SA" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://i.creativecommons.org/l/by-nc-sa/4.0/80x15.png" alt="Creative Commons License" /></a></p> https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/phaos/article/view/16097 Reflexões demonológicas bizantinas 2022-06-15T13:16:43+00:00 Reina Marisol Troca Pereira rmtp@ubi.pt <p>Introdução/comentário, notas e tradução da pequena prosa bizantina <em>Coisas que os Helenos opinam acerca dos demónios </em>(Τίνα περὶ δαιμόνων δοξάζουσιν ῞Ελληνες). Opúsculo de autoria dúbia, atribuído a Pselo. De teor demonológico, retrata a temática titular em oito secções distintas, contemplando informações respeitantes a tipos, formas, características possessões/efeitos de demónios, prognose, feitiçaria, magia, rituais e invocações. Próximo de <em>Timóteo ou Sobre a Atuação dos Demónios </em>(Τιμόθεος ἢ Περὶ Ενέργειας Δαιμόνων), expõe um traço neoplatónico, em período judaico-cristão, desvelando conhecimento e apreço pela tradição clássica de matriz helénica, adaptada, <em>mutatis mutandis,</em> à temática demonológica deveras em voga no contexto bizantino.</p> 2022-06-14T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/phaos/article/view/15925 Vencer um grande herói é mais heroico 2022-05-20T19:14:52+00:00 João Victor Leite Melo joaoxv11@gmail.com <p>Nas <em>Heroides</em>, Ovídio imaginou Dejanira escrevendo uma carta para Hércules, seu esposo, logo após ter ouvido dizer que ele havia conquistado o reino de Ecália e se apaixonara por Íole. Indignada com a suposta traição, Dejanira compõe um texto no qual os grandes feitos do herói são recapitulados não para exaltá-lo, mas para diminuí-lo. A construção retórica de seu discurso, associada à relação intertextual estabelecida com as <em>Metamorfoses</em>, poderia levar o leitor a reconhecer que, na verdade, ela é a verdadeira heroína da história, como pretendemos demonstrar neste artigo, baseados em nossa tradução para o poema ovidiano.</p> 2022-05-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Phaos: Revista de Estudos Clássicos https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/phaos/article/view/16066 De Panificio, Narcissus e De Creatione 2022-05-09T13:36:20+00:00 Márcio Meirelles Gouvêa Júnior gouvea.bh@terra.com.br <p>Este artigo apresenta uma proposta de tradução de três exemplares paradigmáticos dos centões latinos. No entanto, para análise mais acurada dessas obras específicas, e, por conseguinte, de todos os exemplares conhecidos da <em>ars centonaria</em>, uma técnica de composição poética ainda pouco estudada entre os lusófonos, buscou-se oferecer um estudo introdutório que não apenas detalhasse suas origens, mas que também fornecesse aos leitores subsídios para a decodificação da intertextualidade constituinte dos centões. Para tanto, foram aplicadas modernas teorias semióticas, em virtude das quais pode ser percebida e aproveitada a riqueza literária contida nesses poemas, resultado do intenso diálogo com a herança clássica que motivava a produção poética durante a Antiguidade tardia.</p> 2022-05-09T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Phaos: Revista de Estudos Clássicos https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/phaos/article/view/16079 Luto, celebração e o deus-sol 2022-01-20T21:03:52+00:00 Raphael Reishtatter raphael.reishtatter@usp.br <p>Este artigo tem como objetivo propor que a antítese Apolo-Hades presente no fragmento 271 de Estesícoro (Davies &amp; Finglass), se vista a partir do contexto de sua fonte de transmissão (Plutarco, <em>Do E de Delfos</em>), pode admitir para o público plutarqueano um renovado sentido, a saber, que Apolo e Hades se distinguem também em função de aquele, especula-se, ser um deus associado ao Sol, e este, sabidamente, o deus do submundo – sentido improvável para o público contemporâneo a Estesícoro. Para tanto, analisamos os elementos internos e externos que constituem a oposição no poema e os colocamos sob a ótica de Plutarco. A análise se concentra em aspectos temáticos e intertextuais, dados os poucos versos que nos restaram do fragmento. Assim, pretende-se mostrar de que modo a imagem de Apolo como um deus-Sol, embora tenha bases duvidosas segundo Plutarco, faz parte de suas indagações, reforça sua tese sobre a pureza de Apolo e instaura uma nova faceta em oposição a Hades.</p> <p align="justify"><span style="color: #202122;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"> </span></span></p> 2022-02-10T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/phaos/article/view/16129 Helena e Páris entre as vozes da poesia mélica grega arcaica 2022-06-15T13:16:40+00:00 Paloma Flávio Betini paloma.betini@usp.br <p>Este artigo pretende analisar, a figura de Helena e de Páris em quatro poetas mélicos arcaicos: Álcman (Fr. 77 Davies), Safo (Frs. 16 e 23 Voigt), Alceu (Frs. 42 e 283 Voigt) e Íbico (Fr. S 151 Davies). Com base no contexto histórico e na ocasião de <em>performance</em> das canções, iremos traçar paralelos com a tradição poética anterior àquela dos poetas, como a do ciclo épico, e posterior, como a da tragédia, com o fim de entender os lugares comuns dos personagens, bem como descobrir possíveis inovações.</p> 2022-06-14T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022