Revista Internacional de Extensão da UNICAMP https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/ijoce <p><strong>Escopo</strong>: A <em>Revista Internacional de Extensão da UNICAMP</em> (IJOCE - <em>International Journal of Outreach and Community Engagement</em>) é uma revista acadêmica semestral online, de acesso gratuito, revisada por pares e coordenada e financiada pela Pró-reitoria de Extensão e Cultura (ProEC) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A revista apresenta pesquisas científicas, reflexões, e práticas que emergem das ações de extensão de instituições de ensino superior nacionais e internacionais. Dessa forma, leva a expansão, compartilhamento e atualização do conhecimento na área de relação universidade-sociedade, em especial da extensão universitária.<br /><strong>Área do conhecimento</strong>: Ciências Humanas<br /><strong>Ano de fundação</strong>: 2020<br /><strong>E-ISSN</strong>: 2763-616X<br /><strong>Título abreviado</strong>: Rev. Intern. Exten. UNICAMP / Intern. J. of Out. and Com. Engag.<br /><strong>E-mail</strong>: <a href="https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/ijoce/management/settings/context/mailto:revista.extensao@proec.unicamp.br" target="_blank" rel="noopener">revista.extensao@proec.unicamp.br</a><br /><strong>Unidade</strong>: PROEC<br /><strong>Prefixo DOI</strong>: 10.20396<br /><a title="CC BY NC" href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://i.creativecommons.org/l/by-nc/4.0/80x15.png" alt="Licença Creative Commons" /></a></p> Universidade Estadual de Campinas pt-BR Revista Internacional de Extensão da UNICAMP 2763-616X <p>A <strong>Revista Internacional de Extensão da UNICAMP / The International Journal of Outreach and Community Engagement</strong> utiliza a licença do <a title="Creative Cmmons" href="http://creativecommons.org/licenses/by/4.0" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #0000ff;">Creative Commons (CC)</span></a>, preservando assim, a integridade dos artigos em ambiente de acesso aberto.</p> Educação popular em pauta https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/ijoce/article/view/15191 <p>Historicamente, diversos movimentos sociais buscaram combater as formas de opressão vivenciadas pelas camadas populares da sociedade. No presente trabalho, refletimos sobre a história de um cursinho popular localizado na cidade de Campinas, intitulado Liberte-se!, apresentando-o como uma organização de militância e como uma extensão universitária articulada à luta por uma educação dialógica e crítica, classificando-o, inclusive, como um desses movimentos. Desse modo, fundamentados em pressupostos educacionais que se voltam para uma perspectiva crítico-transformadora, refletimos sobre a educação popular, pensando em desafios e possibilidades a partir de nossa própria história. Por conseguinte, as reflexões nos levam a apontar que o Liberte-se! configura-se como um exemplo de possibilidade de transformação de sujeitos e de realidades sociais que emergem em meio aos recentes movimentos estudantis. Outrossim, essa mistura de sujeitos e de histórias nos indica a necessidade de que sejam consolidadas práticas que possibilitem uma educação democrática e libertadora.</p> <p> </p> Sofia Caroline Moraes Signorelli Alberto Lopo Montalvão Neto Maria Laura Arantes Bessa Ferreira Yuri Andrews Feitoza da Silva Copyright (c) 2021 Sofia Caroline Moraes Signorelli, Maria Laura Arantes Bessa Ferreira, Alberto Lopo Montalvão Neto, Yuri Andrews Feitoza da Silva https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2021-06-27 2021-06-27 2 e021010 e021010 10.20396/ijoce.v2i00.15191 Arquitetura participativa como comunicação dialógica https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/ijoce/article/view/13925 <p>O presente relato visa abordar os desafios da metodologia participativa diante da pandemia de COVID-19, bem como as perspectivas futuras para a comunicação comunidade-universidade dentro da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O Ateliê Modelo de Arquitetura e Urbanismo (AMA) - Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo (EMAU) da UFSC - atua como uma ferramenta de acesso à moradia digna, através da arquitetura participativa como comunicação dialógica. A partir da experiência do projeto de extensão com a comunidade da Ponta do Leal, localizada no bairro Balneário Estreito em Florianópolis/SC, busca-se desenvolver atividades em conjunto aos moradores, adaptando a metodologia de acordo com o contexto inserido. Nesse sentido, a troca de saberes é fundamental para garantir a autonomia dos usuários. Para tanto, o relato aborda de maneira crítica o andamento do projeto participativo, apresentando os alcances e as barreiras encontrados nessa prática. Assim, por meio de uma análise objetiva, pretende-se colaborar para a práxis dialógica, a reflexão sobre a formação do Arquiteto e Urbanista e qual o seu papel social, contribuindo para o desenvolvimento de uma universidade socialmente comprometida.</p> Ana Maria da Silva Oliveira Sara Vicentini de Oliveira Samla Gonçalves Hellen Goudinho Sandrini Diego Dias Caramez Rodrigues Chiara Giambelli Isabella Savi de Figueiredo Clara Bragança Boschiglia Julia Anacleto Silva Lucas Sabino Dias Copyright (c) 2021 Ana Maria da Silva Oliveira, Sara Vicentini de Oliveira, Samla Gonçalves, Hellen Goudinho Sandrini, Diego Dias Caramez Rodrigues, Chiara Giambelli, Isabella Savi de Figueiredo, Clara Bragança Boschiglia, Julia Anacleto Silva, Lucas Sabino Dias https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2021-06-20 2021-06-20 2 e021009 e021009 10.20396/ijoce.v2i00.13925 Extensão universitária e reconhecimento social https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/ijoce/article/view/15272 <p>Este artigo discute a experiência do Grupo Ginástico Unicamp (GGU), projeto extensionista da Faculdade de Educação Física da Universidade Estadual de Campinas (FEF-Unicamp) vigente há mais de 30 anos. A partir do referencial teórico forjado pelo filósofo e sociólogo alemão Axel Honneth, esta discussão buscou destacar o papel da extensão universitária com base nos padrões de reconhecimento intersubjetivo: amor, direito e solidariedade. O caso do GGU revela que a extensão universitária pode constituir-se como um espaço de fomento do reconhecimento e pertencimento social. Ademais, a proposta pedagógica empregada no referido projeto vem viabilizando um espaço de prática da ginástica de forma flexível, crítica e com ênfase no processo, revelando-se um potente agente no que diz respeito ao desenvolvimento de habilidades e vínculos sociais e do reconhecimento recíproco. Com isso, essa ação extensionista proporciona aos seus participantes uma enriquecedora experiência corporal e social.<strong> </strong></p> Fernanda Raffi Menegaldo Marco Antonio Coelho Bortoleto Copyright (c) 2021 Fernanda Raffi Menegaldo, Marco Antonio Coelho Bortoleto https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2021-08-23 2021-08-23 2 e021012 e021012 10.20396/ijoce.v2i00.15272 Educação política e extensão universitária na Câmara Municipal de Campinas https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/ijoce/article/view/14030 <p>Este artigo apresenta o processo de criação do Projeto de Extensão em Educação Política (PROEEP - UNICAMP) e seu trabalho em parceria com a Câmara Municipal de Campinas. Objetiva-se demonstrar como o diálogo democrático é central tanto para a educação política quanto para as ações extensionistas como um todo, desde a idealização dos projetos de extensão até a sua aplicação. Por meio do relato de experiência e da análise de dados coletados por meio de questionários, conclui-se que, embora alunos de escolas públicas e particulares tenham percepções distintas acerca do espaço para a educação política em suas escolas, ambos os grupos de estudantes têm maior engajamento e interesse por compreender sobre o funcionamento da política quando são colocados em dinâmicas de aprendizado nas quais têm protagonismo e autonomia.</p> Camila Estela Cassis Augusto Copyright (c) 2021 Camila Estela Cassis Augusto https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2021-06-20 2021-06-20 2 e021008 e021008 10.20396/ijoce.v2i00.14030 Práticas Integrativas na Extensão da FOP/UNICAMP https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/ijoce/article/view/15306 <p>As Práticas Integrativas e Complementares (PICs) são oferecidas pelo Sistema Unico de Saude (SUS) à populacao brasileira.&nbsp; O objetivo &nbsp;é descrever a experiência com acupuntura no serviço de extensão da Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Universidade Estadual de Campinas (FOP/UNICAMP) que ocorre desde 2007. Os dados vieram de fichas de atendimento na clínica da FOP nos cursos de extensão de Acupuntura no período de 2007 a 2018 e no Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) do Município de Piracicaba no ano de 2018, para demonstrar o impacto dos atendimentos na população. Foi também analisado o perfil dos alunos que realizaram o cursos ao longo desses anos, e que atenderam os pacientes que procuraram atendimento. A maioria dos usuários era do sexo feminino, adultos, com maior procura por alterações cabeça e pescoço e provenientes do próprio local de atendimento. Metade não tinha experiência prévia com acupuntura e a maioria esperava que a acupuntura resolveria seu problema. Entre 2007 e 2018, 12 acupunturistas acompanharam o desenvolvimentos dos cursos de extensão e 31 alunos se inscreveram para cursá-lo, dos quais 2 fizeram pós graduação na área. Desde o primeiro curso de extensão em 2007 os atendimentos com acupuntura da população propiciou aquisição de habilidades por parte dos alunos e dos prestadores de serviço voluntário, bem como proveu atenção aos pacientes que procuraram o serviço e&nbsp; confiavam na solução do problema, tendo assim os cursos de extensão um impacto positivo sobre os alunos dos cursos, a população atendida e a universidade.</p> Maria da Luz Rosario de Sousa Talita Bonato de Almeida Cassia Maria Grillo Vera Lúcia Rasera Zotelli Maria Lúcia Bressiani Gil Copyright (c) 2021 Maria da Luz Rosario de Sousa, Talita Bonato de Almeida, Cassia Maria Grillo, Vera Lúcia Rasera Zotelli, Maria Lúcia Bressiani Gil https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2021-08-23 2021-08-23 2 e021011 e021011 10.20396/ijoce.v2i00.15306 TOM Caderno de Ensaios da Universidade Federal do Paraná https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/ijoce/article/view/13929 <p>Este texto tem como objetivo apresentar o TOM Caderno de Ensaios da Universidade Federal do Paraná e refletir sobre a última etapa de trabalho do projeto - o lançamento da publicação, considerando que este não é só um momento de conclusão, confraternização e apresentação da versão final do Caderno, deslocado do processo, mas também, uma fase de formação para os estudantes que têm a possibilidade de colocar em prática conhecimentos e habilidades, nem sempre possíveis de experimentar em sala de aula. Assim, as atividades de lançamento do Caderno são descritas e analisadas com base nos objetivos e diretrizes da Política Nacional de Extensão Universitária (2012) e nas metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Cultura (Lei n° 12.343/2010). Como resultado, observa-se que as ações desenvolvidas na etapa de lançamento reafirmam a interdisciplinaridade e a interprofissionalidade; a indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa, Extensão; a interação dialógica e as práticas culturais formativas, evidenciando a extensão universitária como um instrumento efetivo no processo de formação profissional.</p> Patricia Guilhem de Salles Ronaldo de Oliveira Corrêa Copyright (c) 2021 Patricia Guilhem de Salles, Ronaldo de Oliveira Corrêa https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2021-04-19 2021-04-19 2 e021004 e021004 10.20396/ijoce.v2i00.13929 Como o educar com afeto nos afeta? https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/ijoce/article/view/14033 <p><span style="font-weight: 400;">O modelo de Educação Ambiental (EA) em que acreditamos ocorre através do uso da afetividade radical, fundamental para o desejo coletivo de cuidar dos bens comuns. Enquanto extensionistas, agindo a partir do afeto e acolhendo os princípios básicos da Política Nacional de Extensão Universitária (2012), os membros do Núcleo de Educação Ambiental da Universidade Federal de Santa Catarina (NEAmb/UFSC) atuam como educadoras e educadores ambientais. A partir desta (co)vivência da EA na Extensão Universitária, surgem inquietações sobre as relações cultivadas nos ambientes educativos, dentre elas: </span><em><span style="font-weight: 400;">Como educar com afeto nos afeta? </span></em><span style="font-weight: 400;">O objetivo geral deste artigo, portanto, é formular diretrizes para o processo de auto-avaliação de estudantes-extensionistas que atuem com EA. Neste sentido, o afeto é incorporado como indicador da evolução do processo formativo. Como metodologia foi realizada uma varredura dos conteúdos destacados nos documentos analisados, que compõem o acúmulo obtido durante as vivências em EA que ocorreram na Escola Básica Municipal Beatriz de Souza Brito (E.B.M. Beatriz) durante o ano de 2019. O resultado germinou uma ecologia de subjetividades, que apresentam padrões estéticos, gramaticais e de intencionalidades. Ao revisitar este acervo de documentos, percebemos que a afetividade radical e a reflexão-na-ação atravessam tanto as ações quanto seus registros. Assim, afirmamos que o processo formativo de estudantes extensionistas, quando desenvolvido na maneira a qual analisamos, é necessariamente (trans)formativo e deve ser monitorado através das lentes do afeto. As diretrizes são propostas no formato de pergunta e podem auxiliar a percepção desta transformação.</span></p> Mariana de Souza Zorzo Rodrigo de Pinho Franco Thiago Teixeira Mendonça Copyright (c) 2021 Mariana de Souza Zorzo, Rodrigo de Pinho Franco, Thiago Teixeira Mendonça https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2021-04-19 2021-04-19 2 e021005 e021005 10.20396/ijoce.v2i00.14033 Dança, deficiência e seus contextos https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/ijoce/article/view/14829 <p>O objetivo deste artigo é relatar a experiência artística e recreativa do projeto de extensão Cia de dança Humaniza desenvolvido para jovens com e sem deficiência. A dança, enquanto possibilidade de interação entre pessoas com e sem deficiência, é uma atividade oferecida e valorizada em diferentes contextos com objetivos diversos, sejam eles artísticos, recreativos ou terapêuticos, a condição de deficiência não deve ser um fator limitador para a realização desta atividade visto que praticantes e dançarinos com corpos e habilidades diferentes devem ser reconhecidos e vistos também como artistas da dança, destacando -se o fazer artístico que também possui papel educativo e inclusivo.</p> Keyla Ferrari Lopes Maria Alice da Cruz Paula Paulo Ferreira de Araújo Copyright (c) 2021 Keyla Ferrari Lopes, Maria Alice da Cruz Paula, Paulo Ferreira de Araújo https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2021-04-19 2021-04-19 2 e021006 e021006 10.20396/ijoce.v2i00.14829 Interação entre universidade e comunidade https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/ijoce/article/view/13971 <p>A agricultura familiar representa a maior parte das propriedades rurais do Brasil e devido às suas características intrínsecas o mais adequado sistema produtivo para estas é o Sistema de Produção Agroecológico (SPA). No entanto, esta categoria de agricultores e este tipo de sistema de produção não possuem acesso às tecnologias que possibilitem aumentar a eficiência do trabalho, e quando tem acesso, estas tecnologias não são adequadas e adaptadas para as especificidades das condições sociais, ambientais e econômicas. Neste contexto um excelente viés para desenvolver tecnologias adequadas e que sejam apropriadas pelos agricultores familiares são as tecnologias sociais. O objetivo deste trabalho é apresentar diversos exemplos de tecnologias sociais desenvolvidas focando na agricultura familiar agroecológica. São descritos os métodos adotados e os atores sociais envolvidos que tomaram parte no desenvolvimento de máquinas e sistemas de energia renováveis. Por fim é apresentado um programa de estudos sobre temas prementes e solicitados pelos agricultores familiares agroecológicos, estes temas são definidos e descritos em função da interpelação entre o desenvolvimento atual e a interface com a agricultura familiar.</p> Daniel Albiero Gastão Bosco Rodrigues Rafaela Paula Melo Vanilde Ferreira de Souza-Esquerdo Copyright (c) 2021 Daniel Albiero, Gastão Bosco Rodrigues, Rafaela Paula Melo, Vanilde Ferreira de Souza-Esquerdo https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2021-04-19 2021-04-19 2 e021001 e021001 10.20396/ijoce.v2i00.13971 Desenvolvendo uma pedagogia socioambiental https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/ijoce/article/view/14234 <p>O presente artigo, fruto do percurso coletivo do Grupo de Pesquisa e Ação em Conflitos, Riscos e Impactos Associados a Barragens (CRIAB), em especial de seu Grupo Temático Educação e Sociedade, versa sobre o desenvolvimento de uma pedagogia socioambiental, voltada a comunidades afetadas por barragens de mineração e de água. Busca-se, com essa pedagogia, colaborar para uma maior articulação entre sociedade e universidade na construção de formas de <em>re-existir</em> nesses territórios, a partir da compreensão de que a educação é uma prática que pode afetar as condições materiais de existência dos grupos sociais. Localizamos, assim, a educação socioambiental como uma concepção pedagógica crítica que visa à formação de sujeitos comprometidos com a justiça socioambiental e com a construção de outro mundo possível, com base na pedagogia freireana – aqui desenvolvida a partir da pedagogia da sustentabilidade – e do materialismo histórico. Essa proposta, composta por cinco eixos temáticos (geológico, geográfico, sociológico, ambiental e político) trabalhados de maneira articulada, irá se desdobrar na estruturação de um plano pedagógico que se dará de maneira colaborativa, com as pessoas envolvidas no projeto e, principalmente, com a população local. Diante do exposto, apresentamos os princípios dessa educação não formal extensionista, de seu método e de formas de abordagem, focando-nos, inicialmente, em explanações teórico-metodológicas.</p> Carolina Medeiros Claudia Castellanos Pfeiffer Giulia Mendes Gambassi Marco Túlio Pena Câmara Rebeca de Souza Assis Talita Gantus de Oliveira Adriana Maria Villalón José Alberto Maia Barbosa Isabela Kojin Peres Copyright (c) 2021 Carolina Medeiros, Claudia Castellanos Pfeiffer, Giulia Mendes Gambassi, Marco Túlio Pena Câmara, Rebeca de Souza Assis, Talita Gantus de Oliveira, Adriana Maria Villalón, José Alberto Maia Barbosa, Isabela Kojin Peres https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2021-04-19 2021-04-19 2 e021002 e021002 10.20396/ijoce.v2i00.14234 Julgamentos de gramaticalidade na pesquisa, no ensino e na extensão https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/ijoce/article/view/14031 <p>Desenvolver, de maneira harmoniosa e integrada, atividades de ensino, pesquisa e extensão universitária é a vocação primeira da universidade pública brasileira. O artigo ilustra tal possibilidade a partir das atividades de pesquisa, ensino e extensão promovidas pelo <em>LaCaSa – Laboratório de Cartografia Sintática: Pesquisa e Ensino</em>, um dos grupos de pesquisa do Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP. Nosso objetivo principal aqui é argumentar que a integração dessas três atividades-pilares do ensino superior público no país é possível se se levar em conta aspectos da pesquisa mesma desenvolvida pela instituição universitária, o que é feito, em nosso caso, através da metodologia de investigação que guia as pesquisas de nosso laboratório, nomeadamente a metodologia da gramática Gerativa, que tem, nos julgamentos de gramaticalidade, o seu principal expediente metodológico. Tal expediente é explicado a partir de exemplos de frases do português. Argumentamos que esse mesmo expediente utilizado na pesquisa pode ser implementado no ensino – em disciplinas que envolvem análise linguística na graduação – e na extensão universitária...</p> Aquiles Tescari Neto Giovanna Santos Pereira Copyright (c) 2021 Aquiles Tescari Neto, Giovanna Santos Pereira http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/ 2021-04-19 2021-04-19 2 e021003 e021003 10.20396/ijoce.v2i00.14031 A personalização no atendimento ambulatorial de nutrição https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/ijoce/article/view/13914 <p>A grande demanda por atendimento nutricional pelos portadores de doenças crônicas (DC) nos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) pode levar a atendimentos padronizados e pouco humanizados. Por outro lado, abdicar de uma consulta padrão pode trazer benefícios para o paciente além de permitir a ressignificação da relação terapêutica no atendimento...</p> Sibele Santos Lima Karine Lima Curvello-Silva Copyright (c) 2021 Sibele Santos Lima, Karine Lima Curvello-Silva https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2021-04-19 2021-04-19 2 e021007 e021007 10.20396/ijoce.v2i00.13914