Definindo a verdade 1. Aristóteles e Tarski
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Palavras-chave

Verdade
Julgamento
Crença
Aristóteles
Tarski

Como Citar

VELOSO, Claudio William. Definindo a verdade 1. Aristóteles e Tarski. Revista de Estudos Filosóficos e Históricos da Antiguidade, Campinas, SP, v. 26, n. 36, p. 73–103, 2022. DOI: 10.53000/cpa.v26i36.4521. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/cpa/article/view/17230. Acesso em: 28 maio. 2024.

Resumo

Este artigo é um trabalho ao mesmo tempo de história da filosofia e de filosofia. Ele constitui a primeira parte de um díptico que levanta a hipótese da possibilidade de definir a verdade. Após a distinção das três grandes acepções da palavra « verdade » (sinceridade, ipseidade, bondade de um julgamento), a individuação da acepção segundo a qual se trataria de definir a verdade (a terceira) e algumas considerações sobre esta última, o autor concentra-se na questão que consiste em saber o que torna verdadeiro um julgamento. O ponto de partida é a concepção aristotélica da verdade à qual são reconduzidas várias concepções concorrentes, principalmente a dita « da verdade como correspondência com a realidade », embora Aristóteles jamais apresente a sua nesses termos. Em um segundo momento, o autor compara essa concepção com a de Alfred Tarski, que supostamente retomaria Aristóteles, afim de mostrar tudo que separa esses dois pensadores. O autor procede, em seguida, a uma defesa da posição de Aristóteles e, enfim, sugere uma resposta provisória à questão posta: o que torna verdadeiro um julgamento é a crença, sendo que crer não é, todavia, ter por verdadeiro.

https://doi.org/10.53000/cpa.v26i36.4521
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Referências

VELOSO, C. W. Definindo a verdade 1. Aristóteles e Tarski. Revista de Estudos Filosóficos e Históricos da Antiguidade, ISSN: 2177- 5850, v. 26, n. 36, p. 73-103, 26 ago. 2021.

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