Alegorias capitalistas da Atlântida perdida

Autores

  • Pedro Tarozzo Tinoco Cabral Lima Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.53000/cpa.v27i37/38.4674

Palavras-chave:

Atlântida, Bacon, Platão

Resumo

Alguns poucos pensadores conseguem ter a sensibilidade de sentir os ventos que sopram em seu momento histórico, traduzindo filosoficamente as ideias que são por eles levantadas. Bacon foi um desses pensadores, pois conseguiu pôr em palavras o sentimento de mudança que perpassava a geração que então fundava o capitalismo, deixando o passado medieval rumo à modernidade. A sua Nova Atlântida representa a síntese dessa mudança, marco dessa transição que retoma a ideia platônica de Atlântida para assentar os pilares da Inglaterra incipientemente capitalista, na qual o imperialismo em ascensão começava a dar as cartas da vez. Neste pequeno artigo, procura-se abordar o significado filosófico desse “refundar” de Atlântida no contexto histórico de Bacon.

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Biografia do Autor

Pedro Tarozzo Tinoco Cabral Lima, Universidade de São Paulo

Mestrando em Filosofia pela Universidade Estadual de Campinas e especialista em Direito do Trabalho na Universidade de São Paulo.

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Publicado

2022-05-16

Como Citar

Lima, P. T. T. C. (2022). Alegorias capitalistas da Atlântida perdida. Revista De Estudos Filosóficos E Históricos Da Antiguidade, 27(37/38), 59–73. https://doi.org/10.53000/cpa.v27i37/38.4674